11 abr

Quintana, Leminski e o mundo inventado de macaquinhos no sótão

imagem-1_-post-de-10-de-abril-2014

Pra mim poesia é assim: gosto ou não gosto. Faz cosquinha? Gosto. Emociona, gosto. Tem música, gosto. Esquisita, distante, pedante, empolada, não gosto.

 imagem 1_ post de 10 de abril 2014

Ah! A métrica, a rima rica(?!), a prima pobre (sic) e a isso a aquilo a aa a  aa não sei. Gosto ou não gosto. Depende do quê? Do gosto. Da memória. Do que toca lá dentro. Feito Leminski, “(…) era uma língua bonita, música, mais que palavra”. Bem assim.

E poesia pra mim não tem muito esse papo de idade. Verso bom é verso que conquista, arrebata, integra, tatua e balança.Verso bom faz ventar.

Digo e provo. Ó: quem diz que os versos de Raul Bopp no poema “Cobra Norato”, escrito lá na década de 30, não podem embalar a noite de sonhos de seus filhotes: “(…) Um dia / eu hei de morar nas terras do Sem-fim / (…) Faz de conta que há luar / A noite chega de mansinho / Estrelas conversam em voz baixa”. E Veríssimo, o Luis Fernando, com os versos “(…) Calma / Devagarinho / Como quem abre o estojo do mundo com um aramezinho”, não pontuaria com mágica um dia comum na ida para a escola? E mais uma vez Leminski com sua “Dança na Chuva”: “senhorita chuva /  me concede a honra / desta contradança” – não seria um bom companheiro nas tardes sem videogame?

 imagem 2 _ post de 10 de abril 2014

“Lili inventa o mundo” de Quintana – por vezes perdido e esquecido lá nas prateleiras dos livros infantis – tem recheio de minicontos com gostinho de poesia.

E que ‘gente grande’ não abriria sorriso de norte a sul com o verso “Eu te amo como se ama um cachorrinho verde”? Ou não mergulharia nas colheradas de infância feliz com os versos de Penélope Martins: “QUERO MORAR NUM SORVETE! (…)Uma casinha de sorvete. Sem calda de caramelo ou chantilly / Sem confeito que derreta por aqui /Uma casinha de sorvete /Não quero nada chique, complicado /Tralhas que deixam tudo melecado”.

E quem não leu Cecília? E quem não leu “Ou isto ou aquilo”? E quem não tem já pronto no repertório do ouvido a “língua do nhem”? “(…)Depois veio o cachorro

/ da casa da vizinha, pato, cabra e galinha, / de cá, de lá, de além, / e todos aprenderam / a falar noite e dia / naquela melodia  / nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem…” Quem me lembrou desse poema foi a vó Mara que povoa a infância do Biel com afeto e poesia – e a nossa vida também!

imagem 3_ post de 10 de abril 2014

Para não mais dizer, Veríssimo me toma novamente o post: “(…) uma poesia não é feita com palavras”.

Poesia é mesmo pra gostar. “Poesia numa hora dessas” e em todas. Em doses nada homeopáticas para toda a família.

Aqui a biblioteca do P de poesia para ter para sempre no seu travesseiro de folhas.

“Lili inventa o mundo” de Mário Quintana pela Global Editora com as ilustras-ilustres de Suppa.

“Toda Poesia” de Paulo Leminski pela Companhia das Letras.

“Ou isto ou aquilo” de Cecília Meireles – que merecem um post só pra eles; ela e o livro! – também pela Global Editora. Com as ilustras-ilustres de Odilon Moraes.

Mais de Cecília Meireles aqui em sua última entrevista para a Revista Bula. Vale a leitura.

Mais da moça que também leva o pê da poesia no nome, Penélope Martins aqui .

E mais do traço de Tati Moes que aqui ilustra (mais do que ilustre!) o “Quintalzinho”. Mais da moça e tudo, aqui.

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02 abr

Macaquinhos no sótão com asa, crista e bico

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A Travessa Cotovia número 12 tem pra lá de história dentro da história pra contar!

Conta um tanto da história de um pai que entrou em parafuso com a perda da mulher. Mas a morte com esse tom trágico não vinga. Fica mesmo só o registro. Como que para justificar as ‘sandices’ do pai.

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O parafuso frouxo do pai tá mais para uma birutice mesmo – bem de gente de verdade com pitadas de fantasia. Zero vontade de tomar banho, de comer, de fazer a barba… e uma vontade enorme de voar. E também conta um tanto da história de como uma pirada pode mexer com toda a família. Lizzie faz o papel da mãe que lhes falta: “Está na hora de acordar!”, “Beba isto”, “Mastigue bem”.  As recomendações em tom maternal seguem e em algum momento parecem demais. Os diálogos parecem um pouco inverossímeis até que: “O que eu faço com você? Não sei se devo deixar você sozinho.” Ahan. É isso . É bem aí que nos damos conta de que esse não é só mais um livro na prateleira do seu filhote. Esse é do tipo pra balançar a floresta inteira! (e juro que a rima nada rica por aqui não foi proposital)

“Meu pai é um Homem-Pássaro” é do tipo que dá cupim na cadeira e piolho nos dedos. Sabe? É do tipo que vem com poesia dentro e faz eco com  delicadeza.

Conta mais um tanto da história de uma filha que encontra por baixo das asas (?) do pai-pilhado-pirado, o melhor dos pais!

Conta a história de como uma “piração” pode se transformar em um sonho que de tão forte ganha impulso e cresce. E um dia ganha ar de determinação. E é capaz de com “um ponto aqui, um alfinete ali, um prego acolá, um papelão ali e umas penas lá” #mudaromundo. Capaz de fazer Jack e Elizabeth Corvo voarem!

O dia da Grande Competição do Pássaro Humano está prestes a chegar. E essa é também a GRANDE chance de Jack Corvo. “Método de propulsão: asas e fé, imagino.” Comentou Senhor Popp. Ahan. Bem assim. A filosofia e a crença da Família Corvo, no impossível, é quase um mantra. Crá, crá!

No alto de toÔda a sua sabedoria infantil Lizzie pontua o que está por vir: “(…) precisamos por uma coisa na cabeça. Mesmo com as penas da cauda, os bicos e as cristas…pode ser que não dê certo. (…) Você está entendendo, não está? – perguntou ela – Pode não dar certo. Mas, aconteça o que acontecer, a gente fez tudo isso junto. É isso que importa.”

Pai e filha compartilham a busca, a fantasia e são cúmplices no encontro.

meu pai é _ ilustra 2_ by polly dunbar

Entre penas com todas as cores do mundo personagens deliciosos como o Sr. Mint ou Mentinha como chama tia Doreen, o simpático Sr.Popp e seu megafone e os participantes mais divertidos de todos os tempos!

Em um parágrafo que se quer deixar morar Jack e Lizzie moldam um grande ninho em um canto da cozinha. Moldam o ninho com cuidado e um espaço oco no meio – como um bom ninho deve ter! E ali ficaram, juntos, quietinhos, enquanto a tarde caía. “Eu podia ficar aqui pra sempre – disse o pai. (…) Mas deu um salto e pôs-se de pé.” Precisavam terminar as caudas, as cristas e os bicos! Afinal a cada dia aparecia um novo participante… uma trapezista de Malta, um acrobata de Cuba…

Se eles voaram?  Não por muito tempo. Mas bateram as asas bem forte e gargalharam de alegria até o mergulho final no rio.

O que fica depois da última palavra é um farfalhar gostoso de pássaros lá longe.

meu pai é _ ilustra 3 _ by polly dunbar

O já mega-blaster-conhecido David Almond conquistou nada menos do que o Hans Christian Andersen 2010 com esse seu primeiríssimo livro para o público infantil. Preciso dizer mais? Então vai lá http://www.davidalmond.com

A minha edição conta com as ilustras-ilustres de Polly Dunbar. Um encanto! Uma bossa de aquarela, lápis e recortes. Sobre a Polly o que se pode dizer de mais doce é que desenha desde os 16 anos e que – talvez! – desde então espante alguma tristeza pintando e também com seu melhor vestido cor-de-rosa.  Mais sobre a moça aqui .

por

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08 jul

As Misteriosas Mulheres de Bec Winnel

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Bec Winnel é uma artista autodidata.

Vive na Austrália e ilustra detalhados retratos femininos.

Com traço suave e delicado, ela desenha rostos e elementos da natureza com ares de outros tempos, cheios de nostalgia.

E é este tom nostálgico e misterioso, de mulheres mergulhadas em uma névoa fria, que me encanta. Essa cara de anos setenta e de magia que Winnel dá em tudo que faz.

Brinca com lápis de cor, pastel e tintas aguadas.

 

muito mais aqui: Bec Winnel

29 abr

Ela pinta, borda e muito mais…

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Laura McKellar é designer gráfica e ilustradora australiana.

Vive mergulhada em tintas, desenhos, colagens, papéis.

Tudo para ela vira inspiração: viagens, novas culturas, livros antigos, natureza, música.

Tem talento de sobra para juntar várias técnicas artísticas e sonhar…

E é aí que ela mais me encanta! A mistura de sonho e realidade.

O bom gosto para unir fotografia com bordado, aplicações e aquarelas, colagem e ilustração.

Conheça você também o mundo mágico da Laura.

 

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***  mais da Laura aqui.

até já!

11 abr

Mãe e filho fazem arte na Orangotango

A Orangotango está de cara nova.

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Para falar a verdade, de roupa nova.
A gente queria dar uma mudada, escolher um “novo modelito” para enfeitar a loja.
Foi aí que conheci os desenhos da Adriane Bertini, ilustradora e artista gráfica das boas.
Eu queria um painel estampado, com traço leve e infantil. Descobri que a Adriane é mãe de um talentoso menino, o Artur, que adora rabiscar e desenhar.
Convidei a dupla, que nunca tinha trabalhado junta,  para desenhar um painel cheio de bichos e criaturinhas malucas.
O painel ficou lindo e agora ele enfeita o mundo estampado do site da Orangotango.
A Adriane contou pra gente como foi tudo isso.
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“O Artur é um menino de nove anos, doce e alegre que ama a natureza e grandes aventuras, eu sou a mãe do Artur e gosto de florestas e vento no cabelo. Desenhar é parte da nossa vida, na nossa casa quase tudo vira desenho. Temos pilhas de desenhos que são a  nossa história. Um diário colorido e meio bagunçado. Além de desenhar bastante, gostamos de cozinhar, ouvir música, ir ao cinema, treinar artes marciais, ler, inventar histórias, poemas e passear por aí… Moramos em um minibosque cheio de árvores, pássaros e insetos.
Nossa família é grande, tem muita gente, gatos, cachorros, tartarugas, galinhas e fadas… acabamos de adotar mais um gatinho, é amarelo e chama-se Ki.
Quando recebemos o convite da Paula ficamos muito animados, porque o universo de onde parte a criação dos desenhos,  cores e estampas da Orangotango parece-se muito com o nosso, são temas muito familiares. Começamos a fazer vários desenhos. Foi difícil fazer a seleção e escolher a melhor composição. Fiquei preocupada com as diferenças entre linhas dos meus desenhos e dos desenhos do Artur, mas acho que essa diferença é um ponto alto da composição.
Pesquisamos fotos de animais e também pinturas de diversos artistas sobre animais. No final, sem querer, até inventamos bichos que não existem.
Já fiz desenhos para histórias do Artur e histórias para desenhos dele.  Já continuamos desenhos um do outro, já colori desenhos dele e ele coloriu os meus, mas nunca havíamos feito um trabalho coletivo de desenhos. Ficamos muito felizes e agora estamos curiosos para ver como esse jardim mágico de pano vai florescer.”
Adriane

Orangotango feliz!

esperamos que vocês gostem das novidades.

até já!

01 jan

CALENDÁRIO DAS MÃES BLOGUEIRAS E FELIZ 2012!

Recebi de uma amiga um convite muito especial.

Vanessa Ribeiro, mãe e blogueira das boas, decidiu começar o ano de um jeito diferente. Convidou dez amigas (que assim como ela também são mães e blogueiras)  para um post coletivo. Cada amiga pensaria em um desejo para 2012.

Apresentei o Cabelo, do Bicicleta Girassol (ilustrador, amigo, pai e também blogueiro) para as meninas. Elas adoraram o trabalho dele e ele adorou o projeto.

Perfeito.  A idéia do post coletivo virou calendário e cada resolução virou desafio do mês. Cabelo ilustrou tudo e vejam só que lindo ficou!

Meus desejos são para os meses de abril e novembro.

Espero que vocês gostem. Feliz 2012!!!

(a Vanessa disse que o calendário já está no forno, aguardem!)
 

 

Janeiro – Novos Desafios

Um filho toma bastante o nosso tempo e sempre acabamos deixando de lado sonhos e ambições pessoais. Por isso, reservar o mês de janeiro para colocar os planos em ordem e pensar em estratégias para que eles possam ser concretizados é uma resolução para o ano novo que se aproxima.
Sentir-se realizada como mulher-profissional vai dar uma incrementada na auto-estima e inspirar todos a nossa volta.
 
 

 

Fevereiro – Cuidar dos detalhes
O ano letivo começa oficialmente. A partir de agora é hora de cuidar mais dos detalhes. Você faz tudo ao mesmo tempo, mas muitas vezes acaba deixando passar coisinhas simples, daquelas que fazem toda a diferença? Eu também. 
Pois a partir de agora prometo ficar mais de olho nas lições de casa, ver se os dentes estão bem escovados, separar as roupinhas manchadas, doar os brinquedos que não agradam mais, encontrar as peças perdidas dos jogos de tabuleiro e apontar os lápis do estojo.
 
Março – Emagrecer
Minha resolução para março (e para o ano) é emagrecer. São só aqueles 3 kilos que não me pertercem e sim à gravidez, mas que não me deixam esquecer que dentro da minha barriga já morou um ser(zinho) humano. No meu caso dois. Mais especificamente, duas.
Já tentei nutricionista (#fail), simpatia (#fail) mas sempre tive medo dos remédios. A solução vai ser voltar para a dupla que me ajudou a ficar em forma depois da minha segunda gravidez: a reeducação alimentar do Vigilantes do Peso e as corridas que tanto me revigoram.
Priscilla Perlatti – blog Mae de Duas
Abril – Ir a pé
Experimente deixar o carro em casa pelo menos uma vez por semana em abril. Que tal colaborar com o trânsito, reduzir o efeito estufa e ainda se exercitar?
Abril é o mês de ir longe neste idéia! Já pensou numa bicicleta?! Eu já adotei a minha, mas quero usar ainda mais e mais!
Maio – Ter mais paciência
Maio é o mês da paciência… Infinita, zen, controlada. De dentro para fora, com naturalidade e de forma espontânea. Com a paciência vem o tempo para reflexão e consequentemente ações bem pensadas.
Junho – Cultivar relacionamentos
Quem tem amigos vive por mais tempo. Estudos mostram que os relacionamentos fazem muito bem à saúde. A meta para junho será a de cultivar e criar amizades, e assim ter uma vida mais saudável!
Julho – Organizar minha vida
Engravidar e ter um filho ocupa muito tempo da gente se preocupando com os preparativos. Mesmo com tempo de sobra (isso no primeiro filho, porque no segundo o tempo de sobra é dele) você fica “lesa” e só faz coisas relacionadas ao baby. 
No meio desse turbilhão que é a maternidade pré, durante e pós parto as coisas vão ficando meio abandonadas e precisam ser retomadas de forma organizada… É chegado o momento de colocar ordem na casa e organizar a bagunça.
Por isso minha meta para o mês de julho é organizar todas as partes da minha vida.
Agosto – Desconectar
E-mails, blogs, Facebook, twitter, smartphones, tablets, estamos cada vez maíz conectados ao “virtual”, constantemente checando emails, redes sociais e últimas notícias, quase automaticamente… Uma das minhas resoluções para 2012 é poder desconectar e equilibrar as velhas e as novas maneiras de se comunicar e relacionar.
Setembro – Comer bem
Setembro é o mês de comer bem. Apesar da vida atarefada, dos compromissos e daquela correria danada, este mês o desafio será encontrar um tempinho para pesquisar receitas saudáveis, fáceis de preparar, bonitas e diferentes.
Outubro – Ser mais Zen
Com a vida numa metrópole, trabalho full-time, filhote em casa e compromissos em todas as direções, a vida tornar-se facilmente esmagadora. Em 2012, o desafio será sentirme mais calma e menos estressada. Yoga, tricô, costura e mais horas de sono, ou seja, mais tempo para mim, serão meus ingredientes para uma vida mais zen.
Novembro – Deixar de drama
Sabe aquela fama que temos de fazer tudo de forma meio dramática? Acho que somos assim mesmo, muitas vezes com toda razão e muito charme.  Mas que tal exercitar também nosso lado prático?
Novembro é o mês de abrir mão do “drama”. Fazer as coisas de maneira mais racional e lógica e ficar feliz com isso. Deixar a melancolia de lado e fazer as coisas sem pensar demais.  
Dezembro – Reveja, reavalie, repense
Ninguém está certo o tempo todo, nem mesmo as mães (embora isto pareça difícil de acreditar). Sempre é tempo de mudar, aceitar que seu marido, sua mãe ou sua sogra não fazem as coisas do mesmo jeito que você. Que seu filho não gosta das mesmas cores, dos mesmos brinquedos e das mesmas músicas que você. 
Em dezembro, aceite o rosa, aquele personagem bobo, aceite ver a roupa que sua filha escolheu.

 

 
 
13 set

CHAPEUZINHO VERRRMELHO (COM SOTAQUE CARIOCA!)

“Eu me lembro de desenhar o tempo todo e em lugares secretos, como debaixo do sofá”, confessa  Mariana Massarani.
E assim foi. Mariana passou seus últimos anos colorindo mais de cem livros  infantis de autores como Ruth Rocha, Clarice Lispector, Ana Maria Machado e outros. Já conquistou, como ilustradora, quatro prêmios Jabuti.
Seus desenhos são explosões de cores, cheios de vida. Difícil não ser conquistado por eles.
E a novidadade é que a Manati, editora que aposta no mercado digital, acaba de colocar Os Três Porquinhos e Chapeuzinho Vermelho na loja da Apple. Cada livro custa US$ 2,99 (dólares, hein?).
As histórias clássicas ganharam versões lúdicas e interativas nas mãos da ilustradora e da escritora Bia Hetzel. E apresentam, além de narrativas divertidas, joguinhos como quebra-cabeça e páginas para desenhar (com direito a enviar sua arte por e-mail, como se fosse um cartão-postal digital).
A nova versão é supercolorida e está cheia de surpresas. Até os porquinhos ganharam novos nomes e divertidos sotaques.
Você pode escolher ouvir o conto na voz da mãe dos porquinhos, que no tablet soa como uma mineirinha, ou então na voz do lobo (com sotaque carioca!).
Aliás, se você quiser inventar sua maneira de contar a aventura dos irmãos, basta imaginar e colocar para gravar (o aplicativo dá a opção de armazenar suas falas).
Uma opção legal é o jogo da memória. Se você acerta, há uma salva de palmas bem bacana. E outra opção é dirigir o lobomóvel e descobrir os segredos do lobo: vale buzinar e fuçar no porta-luvas.
Não se intimide e dê um toque em cima de todos os personagens e objetos: o telefone toca, Chapeuzinho dá oi, a barriga do lobo ronca, a máquina de costura faz um barulhão… tem até som de beijo que vem da boca da mãe de Chapeuzinho, quando ela se despede rumo à floresta!
Mas o que você deve mesmo gostar é de poder fazer carinho no lobo e ouvir um “cuti-cuti”! E, claro, de trocar as roupas da Chapeuzinho e do lobo mau, como se você fosse a estilista de moda desses dois. Dá até para vestir a Chapeuzinho de lobo.
Aqui em casa está fazendo o maior sucesso. Experimente!
Não deixe também de conhecer o blog da Mariana. Clique aqui!
29 ago

BRINQUEDO RECICLADO ESTÁ NA MODA

Sempre ouvi as pessoas dizerem que crianças gostam mesmo é de brincar com a caixa do brinquedo.

Caixa grande, pequena, embalagens vazias sempre fazem o maior sucesso.

Parece uma regra universal. Agora que tenho criança, sei que isso é bem verdade.

A embalagem se transforma em casinha, vira carro, vira um monte de coisas.

O brinquedo que estava na embalagem, muitas vezes, fica jogado ali num canto.

Adoro o tema e já até fiz um post aqui no blog  sobre a caixa mágica.

Então, aproveite!!! Reciclar está na moda, faz bem para o planeta e criança adora.

Separei aqui o trabalho de Eric Barclay.

Barclay é  ilustrador e escultor fortemente influenciado pelo design gráfico e cartoons das décadas de 50/ 60.

Criador de divertidas ilustrações para clientes como: American Express, Paris Disneyland, Nokia, Sprint, Hotéis Hyatt; este americano gosta mesmo é de  reutilizar materiais comuns e criar lindos brinquedos.

Que tal transformar um frasco de mostarda em um leão? E quem diria que o simpático pinguim nasceu quando Eric encontrou uma lâmpada?!

   

 

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