09 set

VÁ DE TÁXI-BIKE!

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Que tal pegar uma “Boda Boda” para chegar ao trabalho??

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“Boda- Boda” é um táxi-bike, meio de transporte muito popular no Quênia.

O nome vem da expressão “border-to-border,”  onde contrabandistas usavam bikes para transportar objetos e pessoas, cruzando o Quênia até Uganda.

Mas não pense que eu estou falando de uma simples bicicleta.

As “Boda-Bodas” têm muito estilo: equipadas com sistema de som, bancos forrados, buzinas e muitos acessórios coloridos e muito mais.

Pra quem gosta de bicicleta estilosa!

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fonte: Colors Mag

19 set

PEDALADA LUMINOSA

Que pedalar é uma sensação maravilhosa, não dá para discutir.
Mas os amantes dos pedais sabem os perigos que correm aqueles que preferem a noite na hora de tirar a magrela da garagem.
O desafio de tornar-se visível é fundamental e um importante componente da segurança do ciclista. Daí a necessidade do uso de roupas refletivas e sinalizadores.
Esses recursos, no entanto, nem sempre são eficientes, sobretudo se o ciclista é visto de lado. As estatísticas são alarmantes. No Brasil, todos os anos, cerca de 1.500 ciclistas morrem atropelados. Razão mais que suficiente para você redobrar os cuidados com a sua segurança.
Buscando novos meios de melhorar a segurança dos ciclistas, dois estudantes da Universidade de Carnegie Mellon desenvolveram o Projeto Aura, que consiste no uso de leds fixados nos aros das bicicletas e que são alimentados pela energia gerada pelo próprio movimento da bicicleta, por meio de um dínamo. Os leds alternam de cor, conforme a velocidade do ciclista. “Achamos que o ajuste de cor à velocidade é uma inovação significativa, que poderia criar uma linguagem nova para o trânsito.
A idéia é bem simples e perfeita: ver e ser visto. O custo é baixo e pode ser implementada em qualquer bicicleta.
O projeto ainda não é produzido em série, pois trata-se de um protótipo.
Quem sabe, num futuro bem próximo?

29 mar

UMA BICICLETA PARA LEVAR NO PESCOÇO

Duas amigas, Maja Rose e Tess Lloyd, se conheceram na faculdade de desenho industrial de Sidney e resolveram fazer suas próprias criações. 
 
Nasceu então a  Polli. Amantes da joalheria, design sustentável, moda e artesanato,  elas criam  peças que lembram o delicado método de recorte de papel japonês. 
 
Irresistível para quem adora bugigangas penduradas no pescoço. Eu quero! 

12 jan

ESSE CABELO SÓ QUER PAZ E AMOR

Um dia, largada num cantinho da confecção onde eu trabalhava, na Moóca, me deparei com uma linda bicicleta azul-clara. “Que linda magrela!”, pensei. Adoro bicicletas.  E quem será que vem trabalhar aqui na Móoca com ela???

 Numa grande sala de estilo estava lá um dos caras da arte. Um ranzinza e observador chamado Cabelo. Ele ficava o dia todo na frente do computador, criando estampas, colorindo desenhos, montando paletas de cores, etc. Entre uma estampa e outra, lá estava ele rabiscando alguma coisa. Virei fã de seu trabalho.

 E descobri que a charmosa magrela azulzinha era dele.

 O tempo passou, eu saí da empresa (já contei aqui) e, quando estava montando a coleção da Orangotango, queria fazer umas camisetas estampadas. Logo lembrei do Cabelo. Tudo a ver.

 Daí surgiram a Orango Boy e a Orango Girl, duas lindas ilustrações, com traços bem simples. As camisetas estão fazendo o maior sucesso na coleção. Achei legal fazer um post sobre ele e seu lindo trabalho.

 – Quando começou a fazer ilustrações?

– Como todo mundo, desde pequeno. Não só desenhava, como também gostava muito de fazer meus brinquedos, minha vó tinha a mania de me dar rádios e restos de eletrônicos para eu desmontar. Minha infância toda foi assim, usando lixo pra me divertir, caixas de papelão, madeira e aqueles isopores de geladeira.

 – O que você prefere desenhar?

– Durante muito tempo, abordei em meus trabalhos as questões sociais. Com o nascimento de minha filha e até mesmo o amadurecimento, busquei emocionar as pessoas com meu trabalho, através de uma forma mais simples. Não me sentia mais à vontade desenhando com a raiva de antes.

 – Você resolveu correr atrás de um caminho solo. O que anda fazendo?

– Acho que o sonho de todo mundo é viver de seu verdadeiro ofício, daquilo que realmente lhe dá prazer de verdade. Também queria ter mais tempo para poder aproveitar com minha filha e esposa. Meu projeto no momento é o Bicicleta Girassol, ainda não sei exatamente pra onde ele vai caminhar, gosto muito do universo dos brinquedos educativos, e é nisso que tenho trabalhado ultimamente.

 – O que mais gosta de fazer com sua filha?
– Uma das coisas que mais gosto de fazer é andar com ela, simplesmente andar, pegar sementes, folhas, pedrinhas e ficar conversando sobre as coisas que vamos vendo pelo caminho, formigueiros, joaninhas. Invento histórias sobre o porquê das coisas…

 – E a paixão pelas bikes?

– Sempre andei de bicicleta, e comecei a ir trabalhar com ela. Aquela sensação de medo no trânsito me angustiava demais. Percebi o quanto era importante para a cidade reservar aos seus cidadãos o direito de poder usar a bicicleta como alternativa de transporte. Acho que a bicicleta é um meio eficiente de se humanizar uma cidade, ela coloca em pé de igualdade todos os cidadãos, os ricos e os pobres. Aproxima as pessoas.

 Pergunto sobre planos futuros e ele me responde: “Um dia por vez e, parodiando alguns amigos, a 10 por hora. Devagar e sempre”.

27 out

BIKES NAS PASSARELAS

Mulheres mundo afora fazem poses em suas magrelas para as lentes dos fotógrafos. É isso mesmo: a combinação mulher e bicicleta é moda e movimenta negócios.

   

Outro dia, lendo uma matéria do The New York Times, fiquei me perguntando por que aqui é tão diferente. O artigo falava da tendência mundial da tal  bicicleta – cada vez mais nossa aliada das grandes cidades. É um mercado em alta, em que blogs especializados como Bicycle Catwwalk ou Cicle Chic vivem capturando o visual delas. As ciclistas já são parte de um movimento. Tudo começou em 2006, quando o fotógrafo Mikael Colville-Andersen criou o blog Copenhagen Cycle Chic, promovendo o uso de bicicletas como meio de transporte nas cidades.

E as lojas então? Experimente entrar em lojas especializadas como a Adeline Adeline. Vende bicicletas, cestos, capacetes, campainhas, cadeirinhas para levar seus filhos ou cães.  É uma tentação!!! Dá vontade de comprar tudo.

Ups! É isso, Nova York tem 320 km de ciclovias e está cada vez mais adaptada às bicicletas. Londres, já citei por aqui, lançou este ano um projeto que prevê mais 12 novas ciclovias até 2015.

 Como diria uma amiga minha que agora vive em Londres: “Nossa, aqui tenho a sensação de estar em 2010!”. Foi um pouco esta sensação que tive quando terminei de ler matéria com tanto estilo, charme, bikes. Acho que, no Brasil, ainda estamos longe de 2010.

   

27 jul

UMA CIDADE CHEIA DE CICLOVIAS. LONDRES, É CLARO!

Que tal misturar bicicletas, arte, meio ambiente e diversão?

 Este é o tema do concurso de ilustrações lançado pelo Museu de Transportes de Londres em conjunto com a Associação de Ilustradores. Mais de mil trabalhos foram inscritos e os 50 finalistas participam de uma exposição no próprio Museu, que fica em cartaz até 22 de agosto. As três ilustrações vencedoras serão usadas para divulgar  um serviço de locação de bicicletas e inaugurar uma nova ciclovia. 

Na verdade, o concurso é só uma das ações que pretendem estimular o uso da bicicleta pela cidade. A prefeitura de Londres lançou esta semana um projeto que prevê 12 novas ciclovias interligando vários pontos da cidade até 2015. A iniciativa pública quer aumentar o número de ciclistas em 400% até 2025. Números ambiciosos.

Tudo isso só aumenta minha vontade em ver algo minimamente parecido por aqui. Será?!

Veja as ilustrações finalistas aqui.

Ah, fiquei sabendo da exposição no blog Igual Você, mais um apaixonado pelas magrelas.

07 abr

TENTANDO VIVER EM SÃO PAULO

Lindo domingo de sol em São Paulo. Parecia o dia perfeito para nosso programa predileto: andar de bicicleta com a Nina. Especialmente depois que compramos uma sensacional cadeirinha para ela, muito segura e confortável.

Decidimos andar até a Avenida Paulista. Lá, o passeio costuma ser uma delícia. Com calçadas largas e poucos pedestres aos domingos, conseguimos pedalar tranquilamente.

Tudo corria bem, até que fomos abordados por um policial. Ele gentilmente nos convidou a deixar as calçadas e andar na rua, no meio dos carros. Na calçada, éramos um risco para os pedestres… Ficamos indignados. Na falta de ciclovias, o que fazer? Colocar em risco a vida de nossa filha? A resposta do policial nos deixou estarrecidos: “reclamem com o prefeito!”

Depois da pedalada interrompida, decidimos levar Nina ao teatro. Outra roubada. Programa de graça, domingo, em São Paulo, é receita de desastre. Chegamos no local e havia uma fila gigante.  Famílias esperavam há três horas por um ingresso. Para piorar, o teatro estava com o ar condicionado quebrado. “Ontem, teve até gente que desmaiou na peça”, disse a bilheteira.

Como desgraça pouca é bobagem, resolvemos tomar um sorvete e aproveitar os últimos dias de verão. Péssima idéia. Com o calor, todas as sorveterias estavam lotadas, e as pessoas quase se estapeavam por uma casquinha.

Na teoria, não deveria ser difícil fazer um passeio de bicicleta, ir ao teatro e tomar um sorvete. Mas aqui é São Paulo, onde viver é difícil.

E ainda dizem que a cidade grande oferece muitas opções…

Boa sorte.

“Escolha”

Poster série limitada de um amigo que tem um trabalho lindo:

http://igualvoce.wordpress.com/comprar-buy/

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