31 mai

ESTAMPA DA SEMANA: LEHERIA

Conheci o leheria nas minhas aulas de estamparias com o já citado Celso Lima. Confesso que é um dos processos que mais tem me encantado. Os efeitos são maravilhosos.

O leheria é uma antiga técnica de estampar dos marwaris, grupo étnico do Rajastão, no norte da Índia, e é seguramente um dos mais esplêndidos processos de plissagem artesanal de algodão.  Os enormes turbantes que os marwaris usam são na verdade levíssimos, já que todo o volume da peça é dado pelo plissado da bandagem de algodão utilizado nessa estamparia.

 Seus motivos em listras, xadrezes e diagonais levam o nome de padrão “mothara”, devido à sua região de origem; cada clã rajastani possui suas estampas e cores próprias.

     

                           

                        

                                                        leheria em seda

25 mai

DIRETO DE PARATY

Estou em Paraty. Por incrível que pareça não estou de férias. Mas ando fazendo coisas que adoro com as pessoas que amo.

Estamos apaixonados pela cidade e preparando novidades por aqui.

Os dias estão lindos. Continuamos andando muito de bicicleta com Nina na garupa.

Conto mais depois.

Obrigada pelos recados!

pedaladas noturnas

19 mai

OS BEBÊS MAIS FOFOS DO MUNDO

Estreou nos Estados Unidos Babies, novo filme do diretor  francês Thomas Balmes.

O documentário mostra a vida de  4 bebês de diferentes cantos do mundo (Mongólia, Namíbia, São Francisco e Tóquio) filmados em seus habitats naturais desde o nascimento até os primeiros passos.

Parece que até aqueles que não morrem de amores por crianças ficam babando. Pelo trailer dá pra sentir um pouco desta delícia.

 Imperdível!

17 mai

VIRADA CULTURAL: LIXO OU LUXO?

Neste final de semana aconteceu a Virada Cultural em São Paulo, com 24h de atrações.

Me programei para ir à Virada com a Nina. Chegamos às 9h da manhã de domingo para assisitir ao show do Palavra Cantada, grupo infantil que tem hits para bebês e crianças. O cenário era ótimo. Lindo nascer do dia, estação Júlio Prestes ao fundo,  jovens casais cantando com seus bebês. Também entrei na dança e cantei com a Nina.

Bastava olhar um pouco melhor para aquele cenário e notar que não era tão bonito assim. Desviando o olhar do palco, o que se podia notar era muita sujeira pelo chão e muita gente dormindo nas ruas. A festa ao longo da noite deve ter sido boa.

Terminado o show, caminhamos até o  Vale do Anhangabaú. O caminho não foi muito agradável. O lixo da madrugada se misturava ao lixo da cidade. As pessoas que dormiam nas ruas, resultado de uma boa festa, se confundiam com as pessoas que já moram nas ruas de São Paulo. Número que parece só aumentar a cada dia. Afinal, dois abrigos foram fechados pela prefeitura recentemente.

É, cheguei ao Vale com uma sensação não tão agradável assim. Como está feio o centro da cidade…

Ok, vamos lá. Vamos tentar nos divertir. Afinal, estávamos agora atrás de insetos gigantes que desfilariam pelo Centro. Uma enorme borboleta, planta carnívora, gafanhoto, formiga.

Valeu a pena. Quando estes gigantes ganhavam vida e  começavam a andar pela cidade (pilotados por uma equipe bem animada de artistas franceses), era, ao mesmo tempo assustador e muito divertido. Nina ficou sentada nos meus ombros e viu tudo bem de perto. Gritava, batia palmas, ria.

Muito mais aconteceu por lá: futebol jogado na parede do prédio da prefeitura, balão, performances de índios no Viaduto do Chá, artistas pelas ruas. Parecia divertido.

Voltei pra casa com uma sensação ruim. A Virada Cultural é um evento muito bacana e necessário, mas parece que nossa cidade ainda não está preparada para receber presentes assim.

 

12 mai

ESCOLA: CEDO DEMAIS?

Sempre acreditei na importância da escola. Mas nunca imaginei que ela fosse também tão importante para os bebês.

Nina foi muito cedo para a escola. Com cinco meses já frequentava o berçário. Apesar de muito pequena, procurávamos um lugar onde ela não somente passasse o tempo, mas estivesse sendo olhada como um pequeno indivíduo, sendo estimulada e cuidada.

Muitos nos perguntaram se não tínhamos dó em colocá-la na escola tão cedo. Mas hoje vemos que foi a decisão certa. A prova disso está no dia a dia: Nina se comunica e se relaciona muito bem com os outros, tem facilidade em se adaptar às rotinas, demonstra afeto com os colegas de classe, canta músicas e conta histórias. São tantas as coisas que ela vem aprendendo…

Sempre ouço o comentário de amigas que colocaram os filhos mais tarde na escola: “você não imagina o quanto ele(a) mudou depois que foi para a escola”.

E eu, de verdade, não imagino, porque, no caso da Nina, ela não mudou, porque a escola sempre fez parte de sua vida.

10 mai

ERA UMA VEZ…

Dina Goldstein, fotógrafa canadense. Passeando pelo blog da Lu&Cris, que adoro e recomendo, leio os comentários delas sobre o trabalho “Fallen Princesses“.

Esqueça os finais felizes. O que Dina fez foi colocar as lindas princesas em situações do nosso cotidiano e dramas atuais. Vício, desilusões, doenças. Sim, aqui nossas princesas são de carne e osso. Encontramos Cinderela, que foi largada pelo príncipe e virou alcoólatra; Bela envelheceu e se entrega à cirurgia plástica; Branca de Neve teve um monte de filhos e o príncipe não está nem aí pra ela.

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Às vezes, nem as princesas têm “vida de princesa”.

07 mai

NO AR: ENTREVISTA ORANGOTANGO NA MTV

Esta semana, em comemoração ao Dia da Mães, fui convidada para dar uma entrevista na MTV, para o Viva!, programa que fala sobre qualidade de vida, bem estar, e saúde. Acabaram me achando por causa deste blog aqui e se interessaram pela minha mudança de vida, após me tornar mãe. Falo um pouco disso e da Orangotango na entrevista.

Confesso que fiquei um pouco tímida, quem me conhece sabe. Mas acho deu pra passar o recado!

Dá uma olhada:

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